Pesquisa aponta Goiânia a cidade com maior poder de compra do Brasil

Pesquisa aponta Goiânia a cidade com maior poder de compra do Brasil. Isso é bom? E é para todo mundo?

comparacao-poder-de-compra-cidades-mundo-brasilO Numbeo, site onde os usuários cadastram preços e dados de suas cidades, divulgou no dia 1 de julho o Índice do Poder de Compra 2014. O índice mede a quantidade de bens e serviços que os cidadãos das principais cidades do mundo conseguem adquirir com o seus respectivos salários. São levados em conta os valores de transporte, alimento, moradia, utilidades e restaurantes.

Como base para o índice, foi usada a cidade de Nova York com 100 pontos. Ou seja, os moradores de São Paulo, que recebeu 41,7 pontos, possuem poder de compra 58,3% menor que os nova-iorquinos. Entre as cidades brasileiras que aparecem no índice, a melhor colocada é Goiânia com 75,8 pontos, e a pior é Curitiba, que ficou com apenas 28,6. Outras cidades brasileiras que receberam pontuação são: Campinas (65,8), Recife (61,1), Brasília (60,6), Fortaleza (47,8), Florianópolis (42,1), Belo Horizonte (38,7), Rio de Janeiro (34,6), Salvador (33,2) e Porto Alegre (31).

De acordo com o índice, a cidade onde os moradores possuem o maior poder de compra do mundo é Berna, na Suíça, que recebeu 160,1 pontos. Na outra ponta do ranking, o destaque negativo fica com a cidade de Port Moresby, em Papua Nova Guiné, com apenas 7,3.

Fonte: VEJA

Ainda falando de Goiânia, um estudo divulgado pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) coloca a cidade, mais uma vez, no topo do ranking das cidades mais desiguais da América Latina. Entre as dez metrópoles mais desiguais da região, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), cinco são brasileiras: além de Goiânia, integram o ranking Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) e Curitiba (PR) (veja quadro). Há dois anos, outro estudo divulgado pelo programa já apontava a capital como a 1ª em desigualdade no País e a 10ª mais desigual do mundo.

A metodologia utilizada pelos pesquisadores para chegar aos resultados considera, como medida da desigualdade social, o Índice de Gini. O indicador varia de 0 a 1, sendo 0 a menor desigualdade e 1 a desigualdade total (veja quadro). No estudo da ONU, Goiânia aparece com Índice de Gini igual a 0,65, considerado extremamente elevado. Fortaleza, segunda cidade mais desigual da América Latina, tem Gini de 0,60.

Quatro fatores compõem o índice que define quão desigual é uma localidade: renda per capita, nível educacional, expectativa de vida e o índice de pobreza multidimensional – que leva em conta indicadores como acesso à saúde, qualidade de vida e de serviços de transporte, lazer, saneamento público, segurança, entre outros. O estudo traz ainda dados sobre urbanização dos grandes centros urbanos, habitação, meio ambiente, desenvolvimento econômico, entre demais indicadores de qualidade de vida.

Fonte: ASCOM

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